sexta-feira, 27 de março de 2009

CAIXA - Pesquisa revela que mais 76% dos bancários estão com a Chapa 1

Mais de 76% dos bancários sindicalizados do Rio de Janeiro que já definiram seu voto optaram pela CHAPA 1, segundo o instituto Acerte Pesquisa e Comunicação. Para José Ferreira, empregado da Caixa e candidato a vice-presidente do Sindicato, o resultado da pesquisa é reflexo da campanha limpa que a CHAPA 1 procurou fazer, com um debate de alto nível e priorizando a apresentação de propostas para avançar nas conquistas dos bancários. “Queremos agradecer o voto manifestado pelos bancários da Caixa, que entenderam que a retomada da mobilização trouxe muitas conquistas e que nossas propostas são sérias e dialogam com as necessidades dos empregados da Caixa. Não somos vendedores de ilusão”, diz José Ferreira.


Sindicatos de todo país estão com a Chapa 1


Nos anos 90 os empregados da Caixa ficaram sem um centavo de reajuste porque o banco não cumpria a Convenção Coletiva e a categoria lutava dividida. “Só conseguimos reverter esta realidade em 2003, quando mudamos a estratégia e passamos a negociar as reivindicações gerais da categoria com a Fenaban. Em paralelo, mantivemos as mesas específicas com cada banco e conseguimos arrancar da Caixa uma série de benefícios”, afirma José Ferreira. O compromisso da CHAPA 1 em avançar cada vez mais na unidade da categoria garantiu o apoio de mais de 90% dos sindicatos de bancários do Brasil. Veja no mapa.





Delegados sindicais, cipeiros e ex-diretores do Sindicato também estão com a CHAPA 1

A seriedade do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro na luta para avançar nas conquistas da categoria garantiu o apoio da maioria dos delegados sindicais da Caixa e diversos cipeiros, além de ex-diretores do Sindicato. Confira quem
recomenda o voto na CHAPA 1.


Delegados Sindicais
Antenor Silva Carvalhaes (Gifug)
Neusa Regina Gomes Lório (Gifug)
Carlos Alberto da Silva Mello (Gimat)
Antônio Carlos Duque Soares (Gisut)
Jaime Oliveira Guimarães (Rosário)
Cláudio Goldbach (Inhaúma)
Júlio César Dupret Reis (Parada de Lucas)
José Carlos Barbosa das Chagas (Parada de Lucas)
Rogério Fernando do Carmo (Bangu)
Cristiane Faria Azevedo de Melo (Freguesia)
Ana Sueli Silva de Barros (Freguesia)
Márcia Penido Xavier (Freire Alemão)
Fábio Lúcio Matos da Silva (Passeio Shopping)
Waney Dias Melo (Praça Seca)
Célia da Costa Dias (Rio Oeste)
Gláucio Luiz Oliveira de Campos (Rio Oeste)
Reginaldo da Silva (Santa Cruz)
Gilson Fuly de Matos (Santa Cruz)
José Salustiano da Fonseca (Rio Sul)
Nilson Silva de Castro (Recreio)

Cipeiros da Almirante Barroso
Antenor Silva Carvalhaes Gifug RJ
Antônio Carlos Duque Soares Gisut RJ
Carlos Alberto de Azevedo Rerop RJ
Carlos Arthur Newlands Junior Rerhu RJ
Fidel Roberto Gutierrez Ysack Gipes RJ
Robson Cucco Gomes Gicop RJ
Sérgio da Silva Guimarães Rédea RJ
Telma Gillet Santos Gimat RJ
Julio Cesar Correa Franco (ex) Gidur RJ

Ex-diretores do Sindicato
Boné Rerhu
Ricardo Maggi Reret Conde de Bonfim
Fernando Du Pim Gicot
Henrique Ag. Cocota
Angela Ireno Ag. Deodoro
Drumond Ag. Freire Alemão

Estratégia garante conquistas aos empregados da Caixa; e vamos lutar por muito mais

Na mesa específica
Novo PCS (enquadramento em uma única carreira, com ganhos salariais)
Isonomia (avanços importantes na equiparação entre novos e antigos funcionários, como no Saúde Caixa, em que os novos pagavam 50% do uso, Apip, parcelamento de férias)
Promoção por merecimento (retorno do pagamento e deltas após 16 anos)
Fim das demissões e reintegração dos demitidos pela RH008
Realização de concursos públicos (aumento da dotação com novas contratações)
Redução e fim das terceirizações, possibilitando novas admissões
Novo Plano da Funcef (os novos concursados não eram enquadrados)

Na mesa geral
Aumento real de salários a partir de 2003
PLR da categoria cada vez maior (fim da desigualdade do PRX)
Vale refeição da categoria
Cesta alimentação da categoria
13ª cesta alimentação

As mentiras da outra chapa
Faça o que eu digo e não o que eu faço


Apesar de sempre bradar contra a participação dos trabalhadores na gestão dos fundos de pensão, o candidato a presidente da outra chapa, Otacílio Ramalho, também é conselheiro – remunerado – da Prevhab, o plano de previdência dos funcionários do antigo BNH, incorporado pela Caixa. Segundo denúncias de diretores da Asas/BNH, seu comportamento no fundo é desastroso para os associados. Faltam transparência, prestação de contas, eleições democráticas e os espaços de participação dos associados foram reduzidos, entre outros prejuízos aprovados pelo diretor, que ainda tem a cara de pau de criticar a gestão da Funcef. Otacílio não atende às solicitações dos participantes assistidos, tais como informações sobre reservas matemáticas e remuneração da diretoria e dos conselheiros, solicitados diversas vezes. O termo aditivo da Prevhab quebrou a paridade antes do plano da Funcef, tendo seu inteiro apoio.
Aliás, faz criticas à Funcef, que tem transparência, mas participa da maquiagem da Prevhab, que mascara o exercício, transferindo a verba do fundo previdencial (que deveria ser usada para aumento de benefícios), sendo, de novo, transferida para um fundo de superávit técnico destinado a ocultar o prejuízo da Prevhab. Quando da convocação de reuniões em grupo de 45 pessoas, deixa de convocar assembléia geral. Quanta diferença para o Sindicato, que presta contas regularmente e não remunera nenhum diretor.

Irresponsáveis

Para atingir seus objetivos político-partidário, a outra chapa prejudica a categoria. Um dos principais exemplos desta irresponsabilidade ocorreu em 2004, quando os bancários construíram uma das mais longas greves. Depois de muita luta, arrancamos uma série de benefícios, que o PSTU, com seu radicalismo, achou pouco e foi ao Tribunal Superior do Trabalho, novamente junto com a Contec, para ajuizar um dissídio coletivo. Todo mundo sabe que nesses dissídios os trabalhadores sempre perdem. . O julgamento do tribunal reduziu as conquistas que já estavam asseguradas via negociação e ainda tivemos o desconto dos dias de greve. A Caixa aproveitou a decisão do TST para continuar impondo o desconto/compensação nos movimentos grevistas seguintes.




Um comentário:

  1. É muito fácil bradar aos quatro ventos sobre a suposta situação do presidente da chapa 2, difícil é provar não é? O que leva a chapa 1 dita democrática e transparente a apelar para a baixaria?

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