domingo, 15 de março de 2009

BANCO DO BRASIL - “Se muito vale o já feito, Mais vale o que será”

Muitas foram nossas conquistas no último período, mas ainda há muito que avançar. Lutar para que o Banco do Brasil seja efetivamente público e não apenas estatal, cumprindo uma função social que diferencie sua atuação dos demais bancos privados, contribuindo para o desenvolvimento social do país, e ao mesmo propiciar condições adequadas de trabalho, com uma remuneração compatível com esse comprometimento aos seus funcionários é o desafio dos integrantes da CHAPA 1 – A Chapa dos Bancários. A concorrência entre os bancos no Brasil é cada vez mais acirrada por conta das fusões e para continuarmos avançando em nossas conquistas é fundamental reforçar cada vez mais nossa UNIDADE com o conjunto da categoria. Divisionismo e isolamento só interessam aos patrões. Venha com a Chapa 1 nesta luta.

DIRETORES DO BANCO DO BRASIL

  • Alex de Sousa........................................RODRIGUES ALVES
  • Alexandre Ventura...................................GECEX/RJ
  • Carlos Alberto Dutra de Souza...................PRAÇA DAS NAÇÕES
  • Carlos de Souza.....................................CAMPO GRANDE
  • Claudia Milhomem...................................PREVI/GECOT
  • Jorge Alexandre Nascimento da Silva..........PEDRO LESSA
  • Jose Alexandre.......................................GEREL-RJ
  • José Proença Duarte (Paquetá).................AGÊNCIA BANDEIRA
  • Julio Cesar............................................CANDELÁRIA
  • Luciana Belem........................................PREVI
  • Luis Edilson Bruno Madeira (Wood).............PRAÇA MAUÁ
  • Magali Cecilia da Cunha...........................RIO
  • Marcello Azevedo...................................PRAÇA MAUÁ
  • Murilo da Silva.......................................ANDARAI
  • Naide Ribeiro.........................................DIMEC
  • Renam Vinicius.......................................PREVI/GABIN
  • Rita Mota..............................................PREVI
  • Rodrigo Appel Concli dos Santos................GECEX-RJ
  • Rodrigo Thedim......................................PREVI/GEBEN
Almir Aguiar é o candidato da Chapa 1 - A Chapa dos Bancários
44 anos, estudante de Direito, pai de dois filhos, funcionário do Bradesco – Pólo Rio desde 1986, é portador de LER/Dort, foi membro da CIPA em 1992, eleito para direção do Sindicato em 1994
No segundo ano de mandato assumiu a Secretaria de Saúde. Na gestão de 2003 foi Tesoureiro onde iniciou o saneamento da Entidade. Em 2000 participou na Alemanha do Seminário Internacional de Saúde, meio ambiente e desenvolvimento sustentável, sendo um dos palestrantes. Foi membro da Comissão Municipal do Trabalho do Município do Rio de Janeiro e do Conselho Estadual de Saúde do Trabalhador. Homenageado pela Alerj com o Diploma Zumbi dos Palmares pela luta contra o racismo. Luta permanente contra a postura do INSS, pelo reconhecimento das LER/Dort como doença profissional e pela humanização da perícia médica. Participou de centenas de reintegrações e realizou convênio com o SUS implementado política de prevenção a AIDS na categoria bancária.


Vinícius Assumpção, atual presidente

“Renovar é importante. Ajuda a formar novos quadros e reforça a democracia na Entidade. Dois mandatos na presidência foram suficientes para realizar o que me propus a fazer e tenho certeza que o Almir irá continuar a luta com muita combatividade. Continuarei na linha de frente de nossas lutas, na Diretoria Executiva, o núcleo dirigente do Sindicato. A Chapa 1 é minha, é nossa, é de todos nós, bancários do Rio de Janeiro. Vote Chapa 1.



Democracia de verdade é com a CHAPA 1

Não é por acaso que a categoria bancária é uma das mais fortes e organizadas do país e a única que tem uma convenção coletiva nacional que garante os mesmos direitos para todos os funcionários dos bancos, do Oiapoque ao Chuí. Essas conquistas são fruto de muita luta e, principalmente, união entre os bancários do Brasil inteiro.
Mas a outra chapa quer jogar fora os últimos 25 anos de batalha e dividir a categoria, isolando os bancários do Rio de Janeiro dos demais sindicatos do Brasil. Uma de suas intenções é a desfiliação do Sindicato à CUT e filiá-lo a Conlutas, sendo que a grande maioria de entidades é filiada à CUT. Foi justamente isso que aconteceu nos dois únicos sindicatos que estão sob o comando do Conlutas/PSTU. Nas últimas campanhas salariais, os bancários de Bauru e de Natal ficaram de fora da mesa de negociação entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos. Mas ao final assinaram o mesmo Acordo Coletivo construído pela nossa luta. Isso é muito cômodo. Esse isolamento é por escolha própria. Eles foram convidados para integrar o Comando Na-cional dos Bancários, mas recusaram. E para nós da CHAPA 1 quanto maior a UNIDADE entre os trabalhadores, maior a possibilidade de ganhos. Divisão e isolamento interessam apenas aos banqueiros.
Democrática é a CHAPA 1, que convocou todos os bancários para Convenção, onde participaram todas as forças políticas e demais centrais sindicais – CUT, CTB e Intersindical. Esta última, aliás, foi aliada do Conlutas/PSTU na última campanha do Sindicato, mas reviu sua posição e se uniu com a CHAPA 1 este ano.

Entenda como são as negociações coletivas

Por conta da lei, os bancários têm como data-base o mês de setembro.
Foi com muita luta e unidade que os bancários conseguiram uma Convenção Coletiva Nacional, em 1992. Até então os Acordos eram regionais/estaduais e os bancários sequer tinham um mesmo piso salarial país à fora. Mas ela só era cumprida pelos bancos privados.
Nos bancos públicos eram assinados separadamente Acordos Coletivos para BB, CAIXA, BNB e BASA. Por conta disso durante os oito anos do governo Fernando Henrique foi praticada pelo governo outra política salarial – pagamento de abonos salariais e reajustes diferenciados para comissionados.
Só em 2003, os bancários, unidos, conseguiram que BB e Caixa passassem a cumprir a Convenção Coletiva. Com a luta unificada, os reajustes foram maiores, acima da inflação, já que o poder de mobilização da categoria aumentou significativamente.
Após cinco anos de sucessivas conquistas, a unidade da categoria já provou que todos saem ganhando com isso. Articulado com esse processo, acontece a todo tempo a negociação com os bancos para melhorar ou contemplar especificidades de cada empresa.
Todo esse processo é construído e referendado nas assembléias convocadas pelos sindicatos, seja para definir as reivindicações, eleger delegados para os fóruns, deflagrar greve ou não, e, ao final, para decidir sobre a assinatura da convenção coletiva. Isso quer dizer que é o bancário que decide, do começo ao fim, toda a campanha salarial.


A verdade sobre a “mesa única” A quem interessa nossa divisão?

Com o objetivo de confundir e dividir a categoria entre bancos públicos e privados, a outra chapa tem espalhado mentiras sobre a mesa geral de negociações com os bancos. Apresentam propostas que já existem na prática.
A verdade é que não existe “mesa única”, como a outra chapa quer que os bancários acreditem. Existe, sim, uma mesa geral de negociações entre todos os bancos e bancários, e mesas específicas para as reivindicações de cada banco. Aliás, não é só no BB e Caixa que existem especificidades e necessidade de negociações. Isso ocorre com todos os bancários, inclusive das instituições privadas.
A estratégia de luta unificada de toda categoria provou ser a mais benéfica para os bancários. Com ela passamos a ter ganhos reais de salário, aumentamos nossa participação nos lucros das empresas e avançamos em nossas conquistas. Enquanto que quando a campanha salarial era separada por segmentos – público e privado, a realidade era bem diferente. A começar pela mobilização dos bancários e o tamanho das greves. Aliás, quem luta para nos dividir e não aceitar nossa Unidade na Mesa Geral, são os banqueiros.

O que os bancários já conquistaram com a união

  • Aumentos reais de salários para todos a partir de 2003
  • PLR melhor para todos, sem metas individuais
  • Fim da discriminação entre comissionados por nível de agência
  • Isonomia – avanços importantes na equiparação entre novos e antigos funcionários
  • Acordo para recuperação financeira da Cassi, queestava prestes a quebrar
  • Previ – criação do Conselho Consultivo, suspensão de contribuições, reabertura do financiamento imobiliário.
O que falta conquistar no BB

  • Elevação dos pisos salariais, com as devidas repercussões no PCS
  • Pagamento das substituições, fim da lateralidade
  • PCCS: negociação e implantação de um novo plano de cargos, salários e comissões
  • Plano Odontológico: implantação do novo plano, conforme negociado com o banco até junho/09
  • Isonomia total para os novos funcionários: licença prêmio anualizada após o 5º ano;
  • possibilidade delicença prêmio
  • Férias de 35 dias após 20 anos de casa
  • Combate sistemático a metas abusivas e à prática do assédio moral
  • Definição do papel de banco público para o BB






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